Um dos principais patrimônios históricos, culturais e arquitetônicos de Jundiaí, o Teatro Polytheama foi fundado em 1911 e figura atualmente como um dos poucos teatros centenários ainda em atividade no País. Seu nome mistura os termos poly, que quer dizer muitos, e theama, que quer dizer espetáculo. Lugar de muitos espetáculos, o Teatro Polythema de Jundiaí chama a atenção também pelo seu tamanho, com 1124 lugares.
Após tempos áureos como espaço multiuso (na década de 1920 chegou a ser considerado o maior teatro do Estado de São Paulo), o Polytheama viveu um declínio com a chegada da televisão ao Brasil, por volta de 1950, até seu fechamento em 1975. Nos anos 80, o teatro passou a integrar o patrimônio público do Município. Foi então reinaugurado em 1996, com projeto de Lina Bo Bardi, a renomada arquiteta ítalo- brasileira que também projetou o MASP (Museu de Arte de São Paulo).
Atualmente, o Polytheama mantém uma programação intensa, que contempla as mais diversificadas linguagens artísticas. Além da agenda de espetáculos, o teatro é também a casa da Orquestra Sinfônica Municipal de Jundiaí (OSMJ), da Cia. de Teatro de Jundiaí e da Cia. Jovem de Dança, três dos corpos artísticos municipais mantidos pela Unidade de Gestão de Cultura.
Desde 2012, o teatro centenário faz parte dos patrimônios tombados em nível estadual, na categoria Cultura e Lazer, pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo).